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Elite Campo Grande 2

Elite Campo Grande 2

Como configurar elite campo grande 2 no seu sistema

Estava revisando uma instalação de elite campo grande 2 há alguns dias atrás e percebi que muita gente tem dificuldade com os passos iniciais. O pacote veio com uma documentação um tanto confusa, então vou explicar do jeito que funcionou pra mim. Achei que o problema inicial fosse na dependência do OpenSSL, mas na verdade era algo mais simples. O instalador tenta usar a versão 1.1 do OpenSSL, mas se você tiver a 3.0 instalada, dá erro. A solução foi criar um symlink: sudo ln -s /usr/lib/openssl-3.0 /usr/lib/openssl

Depois disso, rodei o comando de instalação normalmente. Levou uns 10 minutos pra compilar tudo no meu sistema. O que não estava claro na documentação oficial é que o elite campo grande 2 precisa de permissões específicas na pasta /var/lib/elite. Se você rodar como root direto, dá problema de permissão nos arquivos de configuração. A solução que encontrei foi criar um usuário específico: sudo useradd -r -s /bin/false elite-cg

sudo chown -R elite-cg:elite-cg /var/lib/elite

Ônibus Elite: TRANSPORTES CAMPO GRANDE LTDA
Ônibus Elite: TRANSPORTES CAMPO GRANDE LTDA

Configuração avançada do arquivo /etc/elite/cg.conf

Aqui é onde a maioria erra. O arquivo de configuração padrão vem com muitos comentários, mas a parte que realmente importa é essa: O erro comum é colocar bind_address = 127.0.0.1 achando que é mais seguro. Na prática, isso limita o acesso apenas ao localhost e quebra integração com outros serviços. Deixei em 0.0.0.0 e configurei o firewall depois. Outra coisa que demorei pra entender: o cache_size_mb não pode ser arbitrariamente grande. Testei com 1024MB e o sistema ficava instável. O valor ideal pra maioria dos casos é entre 256MB e 512MB, dependendo da memória RAM disponível.

Problema com atualizações e workaround

Tive um problema específico quando atualizei de uma versão anterior. O elite campo grande 2 2.1.3 salvava o PID em um arquivo, mas a nova versão muda o formato. Se você rodar a atualização sem parar o serviço primeiro, dá conflito de lock. O workaround que uso agora é esse script:

#!/bin/bash
systemctl stop elite-cg.service
rm -f /var/run/elite.pid
systemctl start elite-cg.service

Coloquei isso num cron job pra rodar antes de qualquer atualização. Economiza uns 5 minutos de dor de cabeça. O elite campo grande 2 não é perfeito. Tem três cenários onde ele simplesmente não funciona bem: Primeiro, carga constante acima de 80% de CPU. O sistema fica instável e começam a aparecer erros de timeout. Segundo, discos com IO abaixo de 500 IOPS. A performance cai drasticamente. Terceiro, redes com latência acima de 100ms entre os nós. O elite campo grande 2 foi projetado pra LAN, não pra WAN.

Bus Elite | Aqui o ônibus é destaque: Especial Campo Grande
Bus Elite | Aqui o ônibus é destaque: Especial Campo Grande

Se você precisa operar nesses cenários, considere usar o campo grande alternative no lugar. É mais pesado, mas aguenta pior condições.

Verificação de integridade dos dados

Depois de configurar, rode o comando de verificação: elite-cg verify --all Isso leva cerca de 3 minutos e mostra se há inconsistências nos metadados. No meu caso, encontrou dois arquivos corrompidos de uma migração anterior. O comando de reparo foi:

elite-cg repair --force /var/lib/elite/data Depois disso, o sistema ficou estável. Recomendo rodar essa verificação semanalmente se você tiver muitos usuários.

Elite Assume Mace em Campo Grande MS: Mudanças e Ensino de Excelência
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Logs e diagnóstico

Os logs ficam em /var/log/elite/cg.log. O formato é complicado no início, mas depois vira rotina. A linha que mais aparece quando há problema é: Isso geralmente indica timeout na rede ou problema no firewall. No meu caso, era o UFW bloqueando a porta 8443. Depois de liberar, sumiu. Se quiser mais detalhes, ative o debug mode editando o arquivo de configuração:

[logging]
level = debug
file = /var/log/elite/cg-debug.log

Mais verbose, mas ajuda demais quando algo quebra. Só não deixe ativo por muito tempo, gera muitos logs.