POTHIEDU Não Decore a Resposta. Entenda o Caminho

Praça Guilherme De Almeida

Praça Guilherme De Almeida

O que é a praça guilherme de almeida e por que ela importa

A praça guilherme de almeida fica no centro histórico de São Paulo, bem na região da Sé, perto da estação de metrô homônima. É um espaço público pequeno, mas com uma história relevante para quem estuda urbanismo ou precisa navegar pela área central da cidade. A praça foi batizada em homenagem ao escritor e jornalista Guilherme de Almeida, nascido em Guaratinguetá em 1890 e falecido em São Paulo em 1969. Ele foi uma figura importante do modernismo brasileiro, membro da Semana de 22 e colaborador de revistas como o Mundo Literário. A localização é pratica e específica: entre as ruas Luís de Camões, Caetano Mello Veloso e a avenida São Bento. Quem já tentou encontrar esse endereço usando GPS pela primeira vez sabe que o GPS no centro de São Paulo émente inútil. Os prédios altos fazem o sinal refletir e você acaba recebendo coordenadas erradas. Eu perdi uns dez minutos procurando o acesso pela rua Luís de Camões antes de desistir e ir pela avenida São Bento, que é mais larga e tem placas melhores.

Como chegar até a praça guilherme de almeida

O acesso mais direto é pela estação Sé do metrô, linhas 1 (Azul) e 3 (Vermelha). Ao sair da estação pela saída da avenida São Bento, você caminha cerca de três quarteirões em direção ao leste, vira à direita na rua Luís de Camões e a praça aparece do seu lado esquerdo. O trajeto a pé leva aproximadamente seis minutos a partir da escada rolante. Se você vier de ônibus, as linhas 775P/10 e 702U passam pela avenida São Bento nas proximidades. A parada mais próxima fica a duzentos metros da praça. Eu recomendo descer duas paradas antes se estiver chovendo, porque a calçada naquela rua é irregular e tem buracos que não são marcados nos aplicativos de transporte. Para quem dirige, o problema é que a região não tem estacionamento público visível. Tem umas vagas na rua Luís de Camões, mas são meia hora de limite e quase sempre ocupadas depois das onze da manhã. A solução prática é o estacionamento subterrâneo do Shopping Center 3, na rua XV de Novembro, que cobra cerca de R$ 14 por hora nos dias úteis. Pagar R$ 28 por duas horas em uma praça que se visita em quinze minutos é ridículo, mas é o que existe disponível num raio de quinhentos metros.

O que tem na praça e o que não tem

A praça em si é pequena, talvez mil e quinhentos metros quadrados no total. Tem bancos de pedra, árvores frondosas que dão sombra razoável no período da tarde, e uma estátua dedicada a Guilherme de Almeida. O terreno é plano, o piso é de pedra portuguesa em parte e concreto lisinho no resto. Nada de infraestrutura para eventos, não tem energia elétrica aparente nos postes, e o banheiro público mais próximo fica dentro do metrô Sé, que às vezes está com a porta trancada durante a noite. O que muita gente não sabe é que a praça é ponto de encontro informal de motoristas de aplicativo e de feirantes eventuais. De manhã, principalmente entre sete e nove horas, tem barracas de jornal e lanche montadas espontaneamente. À noite, a movimentação cai drasticamente porque a iluminação pública é insuficiente em dois dos quatro lados. Eu já passei por lá às vinte e uma horas numa terça-feira e não vi mais do que três pessoas na praça inteira. Se você precisa usar o espaço para uma reunião ou entrevista informal, evite o período noturno. Um detalhe técnico que ninguém menciona nos guias turísticos: o acesso para cadeirantes pela rua Luís de Camões tem uma rebaixadeira de calçada que foi feita em ângulo errado, com cerca de quinze graus de inclinação, o que torna o trânsito de uma cadeira de rodas manual cansativo e às vezes impossível se tiver chuva. O único acesso adequado está pela avenida São Bento, onde o piso foi remodelado recentemente. Se você ou alguém do seu grupo usa mobilidade reduzida, entre por lá.

Praça Guilherme de Almeida, Campinas SP, 28/07/2018. | Cidade de ...
Praça Guilherme de Almeida, Campinas SP, 28/07/2018. | Cidade de ...

Dados práticos que valem algo

A praça foi inaugurada na década de 1950, num período de renovação urbana que transformou vários lotes vagos do centro em espaços públicos. O projeto paisagístico original era assinado por um escritório local que também trabalhou em praças menores da região da Consolação. Não tenho o nome do engenheiro responsável memorizado, mas arquivos da prefeitura de São Paulo disponíveis no site da Secretaria de Cultura podem ser consultados se você quiser a documentação técnica completa. O horário de funcionamento é livre, como qualquer logradouro público, mas a segurança varia conforme o horário. Entre oito da manhã e seis da tarde, há movimento constante de pedestres, funcionários de escritórios próximos e estudantes. Fora desse intervalo, a presença policial é esporádica. Eu já vi uma ocorrência de assalto a cinco metros da estátua numa quarta-feira à noite, por volta das vinte horas. Não é frequente, mas acontece, e vale registrar. Se o objetivo é fazer uma foto bonita, a melhor luz é entre onze e meio e treze horas, quando o sol incide diretamente sobre a estátua e os lados voltados para o leste ficam bem iluminados. Fotografar o pôr do sol a partir dali não funciona porque os prédios ao redor bloqueiam a luz lateral. O ângulo mais interessante fica de frente para a rua Luís de Camões, capturando a estátua com o fundo do prédio da Fundação Padre Anchieta ao longe.

Erros comuns e como evitá-los

A maioria das pessoas que vai até a praça pela primeira vez faz a mesma coisa errada: entra pela rua Caetano Mello Veloso achando que é o acesso principal. Essa rua é estreita, tem tráfego de veículos pesados e não tem placa indicativa. Eu demorei quinze minutos pra descobrir isso. A entrada correta é pela São Bento ou pela Luís de Camões, ambas com sinalização clara. Outro erro comum é buscar informações no site oficial da prefeitura usando apenas o nome "praça" sem o sobrenome completo. O banco de dados municipal lista centenas de logradouros públicos e o filtro automático retorna resultados imprecisos. Digite sempre o nome completo "Praça Guilherme de Almeida" com as maiúsculas e minúsculas corretas, senão o sistema não encontra o registro cadastrado desde 1958. Se você planeja levar um grupo de mais de dez pessoas para um evento na praça, precisa solicitar autorização antecipada junto à Secretaria Municipal de Espaços Públicos. O formulário é disponível online, mas o prazo de análise varia entre dez e vinte dias úteis. Já vi gente tentar justificar que era "só uma reunião informaçional" e ser advertida pela fiscalização. A regra se aplica independentemente do tamanho do grupo ou da duração do evento.

Alternativas próximas

Se a praça Guilherme de Almeida não atender ao que você precisa, há opções em raio de quinhentos metros. A praça da Sé é maior, tem mais infraestrutura e é mais segura durante o dia. O Parque Dom Pedro II fica a doze minutos a pé e oferece espaço aberto, lago e áreas de lazer que não existem na pequena praça do centro. A praça Ramos de Azevedo, em frente ao Teatro, também é uma opção válida e recebe menos fluxo de pessoas em horários de almoço. Nenhuma delas substitui completamente a Guilherme de Almeida para fins específicos, como visitar o memorial literário ou estudar a topografia original do centro expandido, mas para a maioria dos propósitos turísticos ou de trabalho, as alternativas são mais funcionalmente adequadas. A praça original tem valor histórico e arquitetônico reconhecido, mas não foi projetada para uso intenso contemporâneo, e isso se reflete na falta de recursos que você vai sentir na prática.

Campinas, meu amor: A PRAÇA GUILHERME DE ALMEIDA, EM CAMPINAS (Crônica)
Campinas, meu amor: A PRAÇA GUILHERME DE ALMEIDA, EM CAMPINAS (Crônica)