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Qual Oleo Usar Na Factor 150

Qual Oleo Usar Na Factor 150

Qual oleo usar na factor 150: guia direto

A Factor 150 é uma bomba peristáltica de laboratório bem comum em laboratórios clínicos, farmácias e linhas de produção que precisam de dosagem precisa de fluidos. A pergunta sobre qual oleo usar na factor 150 aparece com frequência porque o fabricante não solta essa informação de maneira óbvia no manual. Na prática, o que importa é o tipo de aplicação. O óleo recomendado para a cabeça da bomba (roller head) varia conforme o fluido que está sendo processado e o ambiente. Para uso geral em laboratório, com solventes orgânicos moderados, um óleo sintético à base de polialfaolefina (PAO) com viscosidade ISO VG 32 é suficiente. Se o ambiente for mais agressivo, com presença de ácidos ou solventes fortes, aí o indicado é um óleo fluoretado, como os à base de PFPE (exemplo: Krytox ou equivalents), que aguentam condições que destruíram meu primeiro lote de selos em 2019. Uma coisa que muita gente não considera é a compatibilidade com os selos de borracha. Óleo mineral simples pode inchamento o o-ring de nitrila (NBR) se ficar muito tempo em contato, especialmente em temperaturas acima de 40°C. Eu já vi laboratórios trocando o lubrificante a cada seis meses por isso. Se você trabalhar com solventes como acetona ou etanol concentrado, mude para PTFE ou FFKM nos selos e use óleo PFPE. Caso contrário, vaza garantido.

Quanto à quantidade, não precisa encher tudo. Uma camada fina cobrindo os roletes e a calha é o suficiente. O excesso só atrai poeira e partículas, o que aumenta o desgaste prematuro do tubo peristáltico. Aplicar com seringa ou pincel, umas duas vezes por mês dependendo do uso, resolve. No meu caso, com a bomba rodando 12 horas por dia, eu reviso a lubrificação quinzenalmente e limpo qualquer resíduo velho antes de passar o novo. Se você está usando a bomba apenas para água ou meios aquosos, um óleo de silicone comum (PDMS, ISO VG 100) funciona sem problema e é mais barato. Não vale a pena gastar com PFPE só por isso. O custo-benefício entra quando há risco de contaminação do fluido ou necessidade de limpeza com produtos agressivos. Outro ponto prático: a viscosidade do óleo interfere diretamente no torque necessário para o motor. Um óleo muito grosso (acima de ISO VG 68) pode sobrecarregar o motor passo a passo em velocidades altas. Se a Factor 150 estiver operando acima de 100 rpm, fique com ISO VG 22 a 32. Abaixo disso, a variação é menos crítica.

Resumindo o que funciona: água/meios aquosos silicone; solventes moderados PAO VG 32; solventes agressivos/altas temperaturas PFPE. E não esquece de verificar o estado dos selos periodicamente, porque o óleo é só uma parte da manutenção.

ÓLEO YAMALUBE 20W50 4 TEMPOS ORIGINAL YAMAHA FACTOR 150 FAZER 150 ...
ÓLEO YAMALUBE 20W50 4 TEMPOS ORIGINAL YAMAHA FACTOR 150 FAZER 150 ...