POTHIEDU Não Decore a Resposta. Entenda o Caminho

Qual Sentença A Seguir Tem Acentos E Concordância Corretos

Qual Sentença A Seguir Tem Acentos E Concordância Corretos

Como identificar sentenças com acentos e concordância corretos na prática

A prova objetiva de português cobra muito esse tipo de questão. O candidato lê rápido, marca a alternativa que parece certa e às vezes erra porque não percebe um detalhe. Eu passei anos corrigindo questões desse tipo em editais e posso dizer que a maioria dos erros não está nos acentos, mas na concordância verbal e nominal. Você precisa separar dois problemas. Um é acentuação. O outro é sintaxe. Eles não se sobrepõem, mas aparecem na mesma frase. O erro mais frequente em concursos é uma alternativa que tem ortografia impecável mas falha na regência ou no gênero do substantivo. A banca conta com isso. Aceitação de termo é um ponto que quase sempre dispara erro de concordância. Verbos que exigem preposição diferente do esperado, ou substantivos que mudam de significado conforme o artigo, geram armadilhas simples. Testei isso diretamente em uma corregedoria municipal há alguns anos, quando precisei revisar editais com mais de quinhentas questões. O problema mais recorrente era a concordância do particípio com auxiliares como ter e haver, que muitos candidatos ainda aplicavam de forma errada por influência da fala cotidiana.

Regras de acentuação que caem com frequência

A ditongação aberto em palavras como hipótese e ideeia não existe mais na norma culta após o Acordo Ortográfico. Isso eliminou acento diferencial em várias situações. A oclusiva ou a ditongo aberto em vogais tônicas seguem regras fixas, mas os candidatos costumam errar na hora de aplicar a regra da penúltima sílaba para paroxítonas. As paroxítonas são acentuadas quando a sílaba tônica não é a última, salvo exceções como o grupo -em e -ons. As oxítonas recebem acento nas terminações -a, -e, -o followed by s, e também em -am. Já as monossílabas tônicas seguem o mesmo critério, mas com menos casos. A regra é direta, mas a aplicação em textos longos exige atenção porque a banca gosta de misturar palavras com grafias semelhantes: por exemplo, pelo versus pólo, onde o primeiro é contraction e o segundo é substantivo. Não confunda. Se você trata cada palavra isoladamente, o erro desaparece.

Concordância verbal: o que realmente importa

A concordância verbal depende de três fatores principais: sujeito, verbo e contexto sintático. O erro mais comum é ignorar a flutuação do sujeito em construções com partícula apassivadora ou em frases com sujeito indeterminado. Quando o sujeito é determinado, o verbo concorda em número e pessoa. Quando é indeterminado, usa-se o verbo na terceira pessoa do plural ou a partícula se, dependendo da estrutura. Um caso que eu vejo todo dia em correções é a concordância com expressões partitivas como a maioria de, grande parte de, parte de. Elas exigem análise cuidadosa. Se o núcleo é a maioria, o verbo pode ir para o singular ou plural, mas a escolha depende do que vem depois. A maioria dos candidatos concorda com a palavra maioria e esquece que o complemento pode ditar a forma correta. A banca cobra essa ambiguidade com frequência.

Qual Sentença A Seguir Tem Acentos E Concordância Corretos - NAZAEDU
Qual Sentença A Seguir Tem Acentos E Concordância Corretos - NAZAEDU

Concordância nominal: detalhes que fazem diferença

O adjetivo concorda em gênero e número com o substantivo ao qual se refere. Isso parece óbvio, mas erros aparecem em frases com adjetivos coordenados, locuções adjetivas e termos ligados por vírgula. Um erro típico é colocar o adjetivo no plural quando ele se refere a dois substantivos de gêneros diferentes. A norma preferencial pede o masculino plural, mas em contextos formais a banca pode exigir a concordância mais rigorosa. A posição do adjetivo também importa. Adjetivos antepostos ao substantivo tendem a concordar em gênero e número, enquanto os pospostos podem admitir flexão variável dependendo da estrutura. O uso de menos e bastante como adjetivos gera dúvidas frequentes. Menos é invariável, e bastante pode ser adjetivo ou advérbio. Quando funciona como adjetivo, concorda; quando é advérbio, permanece invariável.

Erros que aparecem com mais frequência em questões objetivas

Eu listaria os padrões que mais vejo em correções. O primeiro é a troca de preposição em regência verbal. O segundo é o uso indevido de crase antes de palavra masculina. O terceiro é a concordância do pronome relativo com o antecedente. O quarto é o emprego incorreto de por quê, porque, porquê e por que, que ainda aparece em muitas provas. Um exemplo prático: a frase Os alunos que chegaram cedo foram premiados. Aqui o verbo deve concordar com alunos, porque o sujeito é plural. Um candidato distraído poderia concordar com cedo, o que está errado. Outro exemplo comum envolve a frase Houve muitos problemas, onde o verbo fica no singular porque houver é impessoal nessa construção. Essas nuances são exatamente o que a banca quer testar.

Como revisar rapidamente antes de marcar a alternativa

Eu costumo usar um método simples. Leio a frase inteira duas vezes. Na primeira, foco na estrutura sintática. Na segunda, verifico acentuação e morfologia. Isso leva cerca de trinta segundos por questão. Em provas com sessenta perguntas, esse tempo economizado evita decisões precipitadas. Outra técnica útil é identificar o núcleo do sujeito e o verbo principal antes de analisar adjuntos adverbiais ou complementos. Quando você isola o núcleo, a concordância fica mais visível. Da mesma forma, para acentuação, localizar a sílaba tônica resolve a maioria dos casos em poucos segundos.

Qual sentenca a seguir tem acentos e concordancias corretos seus ...
Qual sentenca a seguir tem acentos e concordancias corretos seus ...

Quando a banca tenta confundir com casos atípicos

Existem construções que parecem erradas mas estão certas, e vice-versa. Verbos como ir, vir e permanecer admitem concordância com sujeitos compostos de maneiras que fogem à regra básica. A expressão é proibido também gera dúvidas, porque pode ser adjetivo ou advérbio dependendo do contexto. Em contextos normativos rigorosos, a tendência é tratar como adjetivo e concordar, mas algumas bancas aceitam a forma invariável quando o termo funciona como partícula de proibição. A melhor saída é analisar o papel sintático de cada elemento. Se houver dúvida, prefira a forma que segue a norma padrão mais conservadora, porque é a que a maioria das bancas considera correta em questões objetivas.

Resumo prático para o dia da prova

Verifique acentuação isoladamente. Verifique concordância isoladamente. Depois junte as duas análises. Se uma alternativa tiver acentos corretos mas concordância errada, descarte. Se tiver concordância correta mas acento errado, descarte também. A alternativa correta precisa passar nos dois critérios ao mesmo tempo. Esse processo é trabalhoso no início, mas com prática diária ele se torna automático. A maioria dos candidatos que treinou pelo menos duzentas questões desse tipo consegue identificar o erro em menos de dez segundos por item. Eu vi isso acontecer repetidamente em turmas que followam revisões sistemáticas. O ganho não é só velocidade, é precisão. Se você quer praticar, procure materiais que apresentem questões de concursos anteriores com gabarito comentado. Analisar os erros da banca é mais produtivo do que apenas resolver quantidades. Cada questão errada revela um padrão que pode aparecer de novo. O objetivo é transformar esse padrão em reconhecimento imediato, não em memória de longo prazo.